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Coreia do Norte é acusada de “exportar” escravos

De acordo com uma investigação da ONU, estima-se que cerca de 20 mil norte-coreanos foram enviados ao redor do mundo para trabalhar em regime de escravidão. China, Rússia e Oriente Médio receberam dezenas de milhares de trabalhadores. Alguns trabalham em campos de trabalho fechados por arame farpado. Muitos outros estão trabalhando nas construções da Copa do Mundo no Qatar, que acontecerá em 2022.

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Os norte-coreanos trabalham pelo menos 12 horas por dia, tiram poucos dias de folga por anos e ainda recebem apenas 10% do salário quando voltam para o país. Um trabalhador forçado relatou que ganhou 160 dólares ao longo de três anos, com jornada de até 21 horas por dia na Sibéria. Os “chefes” sempre alegam que o restante do salário deles será logo encaminhado para as suas famílias, mas a verdade é que elas acabam apenas recebendo cupons para serem usados em lojas estatais com suprimentos limitados.

Mais de cem mil trabalhadores forçados foram entregues à 40 países rendendo 3 bilhões de dólares de lucro ao governo de Kim Jong Un por ano. O dinheiro proveniente da escravidão dos norte-coreanos está sendo usado para a compra de objetos de luxo para a elite que o apoia, além de financiar construções em Pyongyang que ele lançou para mostrar a sua liderança.

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Categorias: Ásia

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