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Campo de concentração gay

Após anos de uma série de denúncias contra a existência de clínicas de tratamento para a cura gay, foram descobertos 18 centros no Equador. Dentre esses, 15 praticam agressões físicas, uso de água gelada, dopagem e outros tipos de tortura e violações de direitos humanos são parte de um “tratamento” clandestino para “desintoxicar e curar” pessoas homossexuais. Até 1997, a homossexualidade era considerada crime no país, e o Código Penal estabelecia penas de quatro a oito anos de prisão.

Com isso, há cerca de oito meses foi criada uma Comissão Nacional Interinstitucional encarregada de detectar as clínicas clandestinas. Segundo a Ministra de Saúde do país, Carina Vance, os centros estão “localizados nas províncias Tungurahua, Guayas, Manabí, Azuay, Pichincha, Santo Domingo de los Tsáchilas e Cotopaxi”, e a situação é “absolutamente crítica”. Duas pessoas morreram em consequências desses “tratamentos” no ano passado, em Machla (província de El Oro) e em Guayaquil (província de Guayas).

Reprodução

Em 2012, o país concedeu autorização para 123 centros de reabilitação para dependentes químicos, no entanto, entre 70 e 80 clínicas operavam de forma ilegal e lucravam com o internamento forçado de pessoas. De acordo com o vice-ministro de Saúde, Miguel Malo, os casos não são isolados e apontam a existência de uma máfia operando na rede de clínicas clandestinas que “estavam totalmente fora de controle e regulação”.

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Categorias: América Latina

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