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Vida sem janelas

Shin Dong-Hyuk nasceu em uma prisão e foi lá que ele cresceu, em meio a fome, medo e até mesmo do trabalho forçado. Quando ele tinha seus 13 anos, sua mãe tentou fugir com seu irmão. Os oficiais decidiram puní-lo pela atitude de sua família. Assim, o menino Dong-Hyuk foi repetidamente torturado por longos sete meses. Além disso, ele foi forçado a assistir à execução de sua mãe e irmão. Dong-Hyuk acreditava que iria morrer da mesma forma e no mesmo lugar, vivendo uma vida vazia, sem janelas ou portas.

Mas, dez anos depois, então com seus 23 anos Shin Dong-Hyuk realizou uma tentativa de fuga audaciosa e obteve sucesso. Hoje, ele é a única pessoa na Coréia do Norte que nasceu em um campo que conseguiu escapar.

 

 

Estes campos de prisioneiros estão ficando cada vez maiores. Estima-se que existam cerca de 200 mil pessoas entre mulheres, homens e crianças que passam suas vidas sem jamais saber nada do mundo exterior. O governo da Coréia do Norte, claro, nega a existência dos campos, mas é possível obter imagens de satélite destes locais.

 

 

Apesar da Coréia do Norte ser um país fechado e autoritário, as autoridades se preocupam sim com a atenção internacional. Em 1995, a Anistia Internacional fez uma visita em resposta aos relatórios que destacavam sérias questões de direitos humanos como execuções sumárias e detenção de prisioneiros políticos. Pouco tempo depois, um dos campos de prisioneiros foi fechado. Você, leitor, pode ajudar os prisioneiros. Compartilhe a história de Shin Dong-Hyuk. Divulgue e se indigne com a existência destes campos. Você ainda fazer pequenas doações para financiar o trabalho de pesquisa da Anistia Internacional, que luta para a destruição destes campos e que busca a liberdade e dignidade humana. Clique aqui.

 

Fonte: http://www.amnesty.org.uk

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Categorias: Ásia, Caixa de Pandora

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  1. Síria amarga | P a n d o r a - 31 de maio de 2012

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