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A atemporalidade de Sebastian Bach

Foto: Enio Rogrigues

Por Felipe Perazza

Desde que Skid Row se tornou uma das minhas mais caras bandas, tenho um vídeo de Monkey Business como um de meus preferidos. Não sou adepto de versões ao vivo, mas essa apresentação merece ser vista com carinho. Esse vídeo foi gravado em 1992, ano de lançamento do lendário disco “Slave to the Grind”. Nele, fica claro o poder de presença do vocalista.

 
                                                                                                                                                           Foto: Enio Rodrigues
Agora retorne ao nosso tempo, exatos trinta anos depois da gravação. Sabe o que é incrível? Parece que era o mesmo cara. Sim – a energia, a presença de palco, o carisma e até mesmo a voz de Sebastian Bach ao vivo praticamente não mudou. Ontem no Carioca Club pudemos conferir o mesmo cara alto, rodando seus cabelos loiros, vestindo suas calças de couro e magicamente rodando o microfone pelo cabo como ninguém! Até seu clássico coletinho de couro estava lá.
Sebastian Bach nos transportou de volta aos anos dourados do Hard Rock e nos sacudiu vigorosamente com lendárias canções do Skid Row, como a épica I Remember You e a sempre destruidora Youth Gone Wild, além das insubstituíveis 18 And Life, Big Guns, Slave to the Grind, Piece of Me e muitas outras canções de sua vasta carreira solo. Monkey Business é um show a parte, dado a tamanha potencia exercida pelas cordas vocais do músico. A canção é uma pedrada do início ao fim, com agudos praticamente inimitáveis, embora todos presentes cantassem junto a maioria das canções.
É difícil acompanhar Bach, afinal estamos falando de Skid Row, banda composta apenas por monstros. E já que citei o Skid Row, é bom lembrar que, embora a magia do Skid Row enquanto banda nunca mais será repetida, a banda atual de Bach é realmente competente, contando até mesmo com o grande guitarrista Nick Sterling que ganhou uma faixa do público que reconhece o talento dos ídolos.
Sebastian Bach, evocado pela multidão com fortes gritos carinhosos de “Tião”, será sempre respeitado pelos amantes do Rock e provou mais uma vez o motivo de tanto carinho
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Categorias: Atena, Música

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um comentário em “A atemporalidade de Sebastian Bach”

  1. 18 de abril de 2012 às 18:14 #

    Ai que inveja!!!
    Meu sonho seria ter ido nesse show… mas meu bolso disse um belo NÃO!!!

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