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Lira de Apolo: Rush

Hora, minutos e segundos intermináveis do Rush

Felipe Perazza
Aproveitando a onda de grandes shows no Brasil vale a pena lembrar um pouco de uma das bandas que teve um de seus maiores momentos justamente tocando em solo brasileiro.
O trio canadense formado por Gedy Lee nos vocais e no baixo, Alex Liefson nas guitarras e Neil Peart na bateria, batizado de Rush é uma das poucas bandas clássicas que se manteve firme e forte ao longos dos anos, mantendo a unidade e entrosamento do trio sempre no nível máximo.
Além do altíssimo nível musical dos integrantes, outra característica marcante do trio é o gosto especial por espetáculos ao vivo. Seus shows são geralmente longos e permeados por viajens surreais na onda progressiva que o grupo gosta de fazer. Tudo isso sem deixar ninguém parado, é claro. É comum pessoas se perguntarem como apenas 3 pessoas conseguem produzir um som tão absurdo. Esse é um dos mistérios do rock, vindo de uma banda que influenciou ninguém menos que Metallica, Skid Row e muitos outros grupos posteriores.
A última passagem do grupo pelo Brasil, em outubro do ano passado, na turnê “Time Machine” que lotou o estádio do Morumbi em São Paulo e a praça da Apoteose no Rio. As apresentações mostraram que a banda ainda tem muito fôlego pra sacudir seus fãs e diverti-los. Sim, Rush é uma banda com senso de humor, elemento que veio se destacando cada vez mais nas apresentações da banda. E é justamente por esse apreço especial com  os ouvintes que a banda se mantém no patamar de “lenda”. Quer presente maior do que representar ao vivo o disco mais querido dos fãs, Moving Pictures (1981) inteiro?
Mas o maior momento da banda em território tupiniquim foi certamente em 2003, com o show que originou um álbum triplo (sim, existem álbuns triplo! s!) entitulado “Rush in Rio”. Na ocasião houve tempo não só pra tocar os grandes clássicos do trio, mas também diversos números intrumentais e, é claro, o tão esperado solo de bateria de Neil Peart, mostrando que não é à toa que muitos o consideram o maior baterista da história.
Se é verdade que “quem sabe, faz ao vivo” então o Rush é PhD em música. É por isso que até hoje, com mais de 40 anos de estrada, a banda arrasta multidões e lota estádios com shows que dificilmente serão esquecidos pelos que ali estiverem presentes.
Álbuns recomendados:
Fly By Night, 1975
Moving Pictures, 1981
Roll the Bones, 199! 1
Rush in Rio, 2003
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um comentário em “Lira de Apolo: Rush”

  1. 20 de maio de 2011 às 17:07 #

    Gostei do meu sobrenome no título do post. Rush é SURREAL. Estive no último show no Morumbi e foi um dos momentos musicais mais fantásticos da minha vida. Posso dizer pros meus netos que eu vi o Moving Pictures, o melhor disco de prog EVER, sendo tocado na íntegra. Ver esses 3 tiozinhos absurdamente virtuosos deveria ser imperativo para qualquer amante de música de qualidade!

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