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Dia Mundial do Refugiado

A intolerância e as tentativas de minimizar o problema

 

por Verônica Gonçalves

O dia 20 de junho se tornou importante para cerca de 40 milhões de pessoas no mundo inteiro. Isso porque desde 2000 a Organização Mundial das Nações Unidas (ONU) decretou que esse seria o Dia Mundial do Refugiado, sendo que refugiado é todo aquele que é obrigado a abandonar seu local de origem por ameaça de sofrer violência devido a sua religião, etnia, raça, crença ou ideologia. Esse deslocamento pode ser dentro de um mesmo país ou não.

O principal problema envolvendo essas pessoas está relacionado à construção de uma nova vida em outro lugar. Normalmente existem muitas dificuldades na hora de arrumar emprego, seguir os estudos ou mesmo ter direito a assistência médica. Pensando nisso, em 14 de dezembro de 1950, a ONU criou o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR).

As ações desenvolvidas por essa Organização visam fornecer condições ideais para os refugiados terem uma vida digna em qualquer lugar. Eles contam com serviços como aquisição de documentos, integração a comunidade em que foram inseridos, garantia da manutenção dos direitos civis e até empréstimos financeiros quando necessário. Mas o objetivo maior é fazer com que essas pessoas possam voltar para casa sem nenhuma ameaça as suas vidas.

A perseguição ao diferente não é novidade na história. Basta lembrar-se da Inquisição católica que perseguiu e torturou todos aqueles que não concordavam com suas crenças, do Holocausto, do conflito Israel e Palestina e dos conflitos na África. E esses são só alguns exemplos de uma realidade que está presente no nosso dia-a-dia. O grande problema é que o homem é estimulado a ser intolerante, dificultando o trabalho de qualquer programa humanitário.

Embora a ACNUR tenha auxiliado mais de 50 milhões de pessoas na busca de uma vida digna, todo ano existem muitos casos de descolamentos internos e externos no mundo. A maior parte das pessoas busca refúgio nos países subdesenvolvidos, provavelmente porque nos desenvolvidos exista uma forte resistência aos estrangeiros. Os casos imigrantes são vítimas de violência, deportação ou forte preconceito são tão comuns quanto os deslocamentos em busca de condições de vida mais dignas. Muito ainda tem que ser feito em nome dos direitos humanos para a garantia de um mundo mais civilizado.

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Categorias: Educação e História, Internacional, Oriente Médio

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