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Não negociamos com terroristas

Por Alan Azevedo

Terrorismo! Os Estados Unidos sentiram na pele, novamente, outra ameaça ao centro econômico do país, Nova York. Um homem estacionou seu carro na Rua 45 com a 7ª Avenida, na Times Square, e foi filmado abandonado o local enquanto saia fumaça do carro. Um vendedor chamou a polícia e uma bomba foi desativada antes da explosão. Vocês já devem ter ouvido essa notícia diversas vezes, mas o que não foi muito bem divulgado é que esse atentado poderia ter como alvo o prédio da Viacom, companhia que produz a série South Park. Para quem não sabe, em abril desse ano, os criadores da série satirizaram o Profeta Maomé colocando-o vestido de urso, já que segundo as regras islâmicas sua imagem não pode aparecer. Agora eu penso naquele conflito do oriente médio. Não sou judeu e nem islamita para tentar entender os motivos subjetivos daquela guerra. Sabemos sobre o que se trata o conflito milenar. Território sagrado, leis divinas em choque, enfim, tudo aquilo que aprendemos no colegial, já sabemos. Mas a parte subjetiva acaba levando os conflitantes ao fanatismo. Acredito que existem dois mundos, o Oriental e o Ocidental, num grosso modo de falar, mas que não deixa de ser correto. As culturas conflitantes são gigantescas e uma adaptação necessitaria de gerações. Enfim, não quero dizer que não é problema meu, mas o que posso eu fazer para ajudá-los? Estudo o tema, tento entender e sempre respeito as decisões racionais de ambos os lados. Mas a guerra é lá no Oriente Médio, e eu estou aqui no Ocidente (num modo geral). E o grande problema é quando essa guerra, mas especificamente dizendo, esse fanatismo, vem pra cá (para o Ocidente). As nossas mulheres trabalham e não batemos nelas por causa disso. O nosso estado é laico e isso não mudará. Os árabes que moram no Ocidente se adaptaram às regras do nosso mundo, mas os que são nativos de lá devem respeitar a nossa cultura e entender uma coisa: as nossas regras não são questionáveis ou negociáveis. Temos uma coisa chamada liberdade de expressão, e ninguém nos tira isso. Entendo que, alguém, algum grupo ou alguma religião, quando precisa explodir uma praça movimentada, podendo matar dezenas de pessoas, para impor respeito e se vingar de um DESENHO, não deve ser de modo algum respeitada. Não gostou? Aqui nós processamos, e não matamos.

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Categorias: Política Internacional

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