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Migalhas da abundância

 Segundo um documento da ONU, a pobreza extrema diminui de 28% para 19% entre 1990 e 2002,
Os progressos foram desiguais entre regiões e países, e até no interior do mesmo país ou região. Os resultados alcançados são otimistas, mas o caminho a se percorrer ainda é grande e envolve toda a sociedade.

Muitas pessoas saírem do sofá e tomaram a iniciativa de alguma forma para abrir a
caixa de pandora.

 O Réquiem da Pobreza é uma peça
musical, liderada pela Oxfam Novib e criada por corais e cantores, liderada
pela Oxfam Novib.

Estudantes da Austrália apresentaram vários banners no dia 17 de outubro, na luta contra a pobreza e a
desigualdade.

Através da Força-Tarefa Feminista GCAP, foram criados tribunais Internacionais das Mulheres para a
Pobreza uma iniciativa da Força-Tarefa Feminista GCAP.

Já no Brasil, o presidente Luiz Inácio “Lula” da Silva, criou o famoso Bolsa-Família e o antigo e esquecido “Fome Zero”
que nunca nem saiu do papel e supostamente seria “uma estratégia
impulsionada pelo governo federal para assegurar o direito humano à alimentação adequada às pessoas com dificuldades de acesso aos alimentos. Tal estratégia se insere na promoção da segurança
alimentar e nutricional buscando a inclusão social e a
conquista da cidadania da população
mais vulnerável à fome”.

A psicóloga Selma Pinheiro, afirma que “o povo vendeu seu voto por alguns trocados e se engana que o programa vai
melhorar a vida deles, pois continuam pobres analfabetos, sem emprego e sem
futuro.” O brasileiro consegue apenas migalhas, pois acredita em líderes mentirosos
e manipuladores.

Porém, nosso país é farto, principalmente em alimentos. Na região amazônica, por exemplo, há uma abundância de rios que podem peixes como alimentação e emprego. Os frutos possuem uma variedade imensurável e nós sabemos que muitos estrangeiros a exploram sem a menor fiscalização e bom senso. A natureza nos gera “gratuitamente” café, cacau, soja, carnes tanto de frango como bovinas, laranja, entre outros. Então, por
que as pessoas passam e morrem de fome?

“É impossível separar a distribuição de renda da pobreza e da fome”, diz Selma. “Sabemos muito bem que a concentração de renda e a corrupção – que também contribui com isso – está cada vez maior em mãos
poucos. A esmola que o governo dá é um resultado da pobreza e que acaba por sua vez, intensificando as diferenças, gerando um clico de pobreza. O que temos que saber é como sermos coletivistas e mudar esta situação”.

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Categorias: A Mão de Midas

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