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O Dia Mundial Sem Carro

O Dia Mundial Sem Carro foi implantado pela primeira vez na França, em 22 de setembro de 1997. Três anos depois, a União Européia instituiu a Jornada Internacional “Na Cidade, sem meu Carro”, quando reuniu aproximadamente 760 cidades. No ano seguinte, essa participação aumentou para 1683 cidades. A comissão organizadora ficou encorajada pelo êxito da iniciativa do Dia Europeu sem Carroslançou, e em 2002, criou a Semana Européia da Mobilidade. Aqui, em São Paulo aconteceu sua terceira edição na última terça-feira.


Na mídia foram levantadas pesquisas a baixa adesão.


No Twitter, porém, foram consideradas outras questões como por exemplo:


@jehjehOliveira RT @limadelimao Brasil apóia o presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, mas ignora o Dia Mundial Sem Carro


@cortezrafa O Dia Sem Carro foi um dia normal para mim. Não sei bem a razão,mas deve ter algo relacionado ao fato de eu não saber dirigir.


@OCriador Como separar as boas almas dos hipócritas? Basta fazer chover no #DiaMundialSemCarro. (via @ftebet)


@caiomfn Dia Mundial Sem Carro, no Brasil, é quase impraticável. Mas muito útil. Evidencia a insuficiência do transporte público em SP.

Alguns dos motivos por que não deu certo por aqui:
 Os meios de transportes coletivos não são acessíveis a todos os bairros da capital. Imagina nas outras regiões brasileiras que não possuem boa infra estrutura e tudo é extremamente distante.


Todos ( cidadãos e governantes) adoram copiar as ideias e projetos que dão certo lá fora. Mas além do Brasil ser um país subdesenvolvido, as cidades européias como Londres e Tokyo no Japão são bem menores e ainda por cima possuem um sistema de trens e metrô que funciona pontualmente com várias linhas que são interligadas umas as outras.


As pessoas são hipócritas, acomodadas e passivas. Se chover, ninguém vai se conscientizar com o meio ambiente como fazem no resto dos 364 dias do ano, agredindo-o através do consumismo, lixo, disperdício de água, uma bituca de cigarro, um suspiro de ambição, etc etc.

Por que ainda ficamos no clichê de convergir os assuntos e embaçar outros problemas existentes e persistentes de maior importância para a população e o planeta?
 
 
Érica Perazza,
Editora-Chefe.

Colaborou Rebeca Arima.

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Categorias: Ciência e Tecnologia, Os titãs de Gaia [Meio Ambiente], São Paulo

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